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O Centro Gaúcho de Medicina Fetal da Ecomoinhos assumiu sua parcela de responsabilidade em melhorar as condições de nascimento dos bebês, auxiliando obstetras e gestantes que enfrentam gestações de alto risco materno ou fetal. Nossa proposta oferecer todos os meios de diagnóstico pré-natal disponíveis. Para isso dispomos de:

  • Sede própria moderna, automatizada e equipada, que proporciona ambiente agradável e propício para a relação médico-paciente.
  • Ecógrafos de última geração.
  • Equipe capacitada para todos exames de rastreio na gestação, diagnóstico e acompanhamento de anomalias e síndromes genéticas.
  • Procedimentos invasivos intrauterinos diagnósticos e terapêuticos, incluindo Cirurgia Fetal.
  • Consultores de Medicina Fetal e Obstetrícia de Alto Risco, que auxiliam os obstetras a melhor atenderem suas pacientes.
  • Facilidade na marcação de exames e contato com os profissionais.

Nosso desafio:

Nossa missão, juntamente com as entidades médicas e serviços públicos e saúde suplementar será, sem dúvida, bastante árdua.

A mortalidade materna no estado do RS está próxima a 50/100.000. O compromisso já assumido pelo estado é de reduzir abaixo de 20/100.000, como acontece em países desenvolvidos. A infantil (até 1 ano) está em torno de 12/1.000, nossa meta é baixar de 10/1.000.

A Mortalidade Fetal corresponde a cerca de 40% da mortalidade dos bebês até 1 ano de idade e mais de 50% da Mortalidade Perinatal. Morrem anualmente cerca de 1300 bebês ainda no útero no RS. O caminho recomendado é ampliar e melhorar o Diagnóstico Pré-Natal, especialmente através da Ultrassonografia.

Apesar de ter sido reduzida significativamente nos últimos anos, a Mortalidade Infantil no RS relacionada ao período perinatal corresponde à cerca de 70% dos casos. A Prematuridade se destaca como uma das principais causas destas mortes. A principal medida recomendada é a redução da Prematuridade, especialmente pela adequada seleção dos casos que necessitem acompanhamento mais específico, via de regra em centros de média ou alta complexidade.

Precisamos reduzir a mortalidade fetal, neonatal e materna, para cumprirmos nosso dever perante as organizações internacionais de saúde. Cada município brasileiro deve ser mobilizado neste sentido.

Uma Morte Materna pode ser considerada como um flagelo social. Hoje, no Brasil, morre 1 mulher a cada 2000 que têm seus filhos. Três causas se destacam em todo mundo: Pré-Eclâmpsia, hemorragia e infecção. O objetivo principal, segundo a OMS, é reduzir este número  para 1/3, ou seja, próxima a 20 mortes maternas por 100.000 nascidos vivos (hoje é de 50 a 60/100.000). 

O Rastreio da Pré-Eclâmpsia:

A solução adotada mundialmente é a identificação das gestantes com risco de desenvolver Pré-Eclâmpsia Precoce ou Restrição do Crescimento Intrauterino e administração de Aspirina (75-150mg) precocemente na gestação (antes das 16 semanas). Atualmente existem meios de diagnosticarmos, aos 3 meses de gestação (cerca de 12 semanas), cerca de 90% das gestantes que desenvolverão a Pré-Eclâmpsia precoce (em que os bebês necessitam nascer abaixo de 34 semanas ou 2kg de peso) e a estudos atuais apontam que a prevenção com aspirina poderia reduzir em pelo menos 80% esta patologia e consequente morbimortalidade materna, fetal e neonatal.

  • Ecografia em 3D e 4D (tempo real)
  • Morfológica do segundo trimestre
  • Morfológica do primeiro trimestre
  • Rastreamento para doenças cromossômicas
  • Traslucência nucal
  • Osso nasal
  • Obstétrica com Doppler
  • Perfil Biofísico fetal
  • Comportamento fetal

     

     

     

     

    Rastreio de I Trimestre pode incluir:

  • Anamnese para identificação de fatores de risco para as patologias (pré-eclâmpsia, restrição de crescimento e prematuridade)
  • Medida da Tensão Arterial Materna
  • Coleta de sangue para dosagem de PlGF, PAPP-A e b-HCG
  • Ultrassonografia incluindo:

     

     

     

     

    • Identificação do feto, anexos embrionários e biometria fetal
    • Morfológico de I Trimestre
    • Doppler de Artérias Uterinas
    • Medida do Endocolo Uterino por via vaginal
    • Rastreamento de marcadores ultrassonográficos para cromossomopatias do I Trimestre
    • Utilização do Programa ASTRAIA da Fetal Medicine Foundation de Londres para cálculo dos riscos e confecção do relatório do exame.
  • Coleta do NIPT (DNA livre fetal no sangue materno), caso solicitado.
  • Oferecimento de aconselhamento diante dos testes
  • OBS: A literatura atual indica 3 momentos na gestação rastreio de comorbidades, particularmente Pré-eclâmpsia, CIUR e Parto Prematuro.

    Avaliação (completa ou parcial) de I Trimestre, descrita acima, gera um Relatório com todos os riscos específicos estimados para a gestante e seu feto, que é hoje o passo fundamental para programação do acompanhamento pré-natal, utilizando o conceito de Inversão da Pirâmide do Pré-Natal descrito pelo Prof. Nicolaides em 2011.

     

    A Avaliação ou Rastreio de II Trimestre pode incluir:

  • Avaliação do resultado do Rastreio de I Trimestre (base para cálculos)
  • Biometria fetal básica
  • Estudo Morfológico Fetal Básico ou de Rastreio
  • Biometria fetal estendida ou ampliada (específica do morfológico)
  • Doppler Colorido de Artérias Uterinas
  • Medida do colo uterino por via vaginal
  • Confecção de Relatório da Avaliação

 

A Avaliação ou Rastreio de III Trimestre pode incluir:

  • Biometria fetal básica
  • Doppler colorido Materno-Fetal
  • Perfil Biofísico Fetal
  • Confecção de Relatório da Avaliação

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